quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

CONCURSO PÚBLICO

concurso para a área de Ensino de História, na Unipampa Campus Jaguarão.
Abaixo está o link, é o edital 006/2012
As inscrições já estão abertas e vão até o dia 2 de fevereiro.

MENSAGEM DA ANPUH NACIONAL

Caros colegas das Seções Regionais,

Por demanda de nossa diretoria, lhes peço que divulguem o mais amplamente possível o conteúdo dos dois links abaixo.

POSIÇÃO DA ANPUH SOBRE A PARTICIPAÇÃO DOS HISTORIADORES NA COMISSÃO DA VERDADE: http://www.anpuh.org/informativo/view?ID_INFORMATIVO=2486
 

 

sábado, 7 de janeiro de 2012

A ANPUH/SC ESTÁ NO FACEBOOK

Car@s associad@s,

também estamos no facebook. Basta acessar o link https://www.facebook.com/pages/ASSOCIA%C3%87%C3%83O-NACIONAL-DE-HIST%C3%93RIA-SE%C3%87%C3%83O-SANTA-CATARINA-ANPUHSC/195529667195552?sk=page_getting_started

Faça-nos uma visita lá também. Comente, sugira, participe!

Abraços,
Gestão 2010-2012 (ANPUH- Seção Santa Catarina).

PRÊMIO ARQUIVO NACIONAL DE PESQUISA 2011

Trabalhos selecionados
1º Lugar
José Iran Ribeiro
O Estado imperial brasileiro e as revoltas da regência: Estado e Nação nas trajetórias dos militares do exército imperial brasileiro
Este trabalho analisa o esforço de Guerra empreendido pelo Estado Imperial brasileiro contra as diversas rebeliões ocorridas durante o período regencial, centrando a atenção especialmente na Guerra dos Farrapos, mas entendendo-a no contexto mais amplo do Império. A análise considera as possibilidades e os limites de intervenção do governo Imperial durante aquela conjuntura de intensa eclosão de revoltas.

O eixo de abordagem é a construção de Exército Imperial para a guerra no sul. São considerados a capacidade do Exército Imperial em mobilizar efetivos militares em todo o Brasil e as relações estabelecidas entre militares chegados de outras partes do Brasil com os militares e a população do Rio Grande do Sul. O crescente fortalecimento do Estado Imperial e as alteridades construídas em função do convívio entre brasileiros das várias partes do Brasil naqueles anos de guerra são discutidos ao longo do trabalho.
2º Lugar
Flávio José Gomes Cabral
Conversas reservadas: "vozes públicas", conflitos políticos e rebeliões em Pernambuco no tempo da Independência do Brasil
Em uma época entremeada pela fuga da família real portuguesa para o Brasil e pela construção do Estado Nacional, houve, nos dois lados do Atlântico, momentos de grande expectativa e de instabilidade política. Em 24 de agosto de 1820, uma revolução liberal, iniciada na cidade do Porto, punha em xeque o poder absoluto do monarca, submetendo ao legislativo. A província de Pernambuco, pano de fundo dessa pesquisa, abraçou a regeneração portuguesa à custa de muita perda de sangue. Naquele ano, foi desbaratada uma sedição, urdida nas casas e quartéis pela maçonaria e pelos militares, que procurou acomodar a província à proposta vintista.

As aspirações sediciosas estiveram presentes em 1821 por ocasião da saída do governador régio e da eleição da junta de governo presidida por Gervásio Pires, que tinha planos federalistas, herdados de 1817. As novas experiências políticas foram debatidas de maneira original, graças à emergência de uma sociabilidade e de uma política emergente. Assuntos até então discutidos exclusivamente nas rodas palacianas passaram a fazer parte de conversas nas ruas e casas. Até meados de 1822, a ruptura com Portugal não havia sido pensada, pois o que estava em jogo era a preservação dos interesses locais. Os planos autonomistas dos gervatistas conflitavam com as diretrizes traçadas pelo ministro José Bonifácio, que defendia a concentração de poderes no governo do Rio de Janeiro.

Essa oposição custaria caro. Preocupado com os focos de resistência a d. Pedro, foi o próprio Bonifácio quem orquestrou planos para derrubar Gervásio, enviando a Pernambuco amigos para tecer intrigas que culminaram com a queda da junta e a instalação de outra, a junta dos matutos, que consolidaria os interesses do Rio em Pernambuco.
3º Lugar
Augusto da Silva
A Ilha de santa Catarina e sua terra firme: estudo sobre o governo de uma capitania subalterna.
O trabalho tem por propósito compreender a constituição do governo subalterno da Ilha de Santa Maria, entre 1738 e 1807, seu estatuto político-jurídico e suas dimensões no contexto de consolidação do Império português no sul da América Meridional. Procura-se verificar as trajetórias e os perfis sociais e militares dos indivíduos nomeados para governar a Ilha e avançar no entendimento das atribuições e limites de jurisdição do cargo de governador no sul do Brasil. Analisando aspectos da prática governativa, pretende-se ainda perceber como esses oficiais conduziram e equacionaram as determinações passadas pela Corte portuguesa com as demandas e pressões da sociedade local.
4º lugar
Francisco Bento da Silva
Acre, a pátria dos proscritos
A temática envolvendo os desterros republicanos é algo, senão ausente, pouco abordado na historiografia brasileira. São praticamente inexistentes informações sobre tais medidas tomadas pelo Governo Federal quando se aborda a temática das Revoltas da Vacina (1904) e Chibata (1910), ambas ocorridas no Rio de Janeiro. O trabalho expõe alguns aspectos obscuros relacionados a essas duas revoltas que marcaram a nascente República brasileira no alvorecer do século XX. Parte desses aspectos está relacionada com o desterro de cerca de duas mil pessoas para a Amazônia acreana, medida que foi adotada como punição pelo Estado brasileiro após o fim desses eventos.

O que permanece obscuro é a razão de aqueles homens e mulheres serem condenados ao desterro e o que levou o Estado brasileiro a enviá-los para o território do Acre, ou regiões do Acre, na Amazônia. O objetivo é situar, dentro das normas e enquadramentos legais e tolerados, adotados e vigentes na época, os significados e sentidos de tais medidas. Discutindo também os significados e as percepções das punições impostas aos desterrados na perspectiva da ordem republicana, bem como os sentidos - simbólicos e práticos - de serem enviados para os "confins" da Amazônia, especificamente para os "sertões" do Acre. Sucintamente, a conclusão parcial da pesquisa aponta para o desterro como medida de "limpeza" da capital da República dos seus indecisos sociais. O estado de sítio foi o instrumento que possibilitou tal medida. A escolha do Acre como local para internação dos desterrados estava ligada a fatores de ordem simbólica, geográfica e de status político dessa recente unidade federativa brasileira.
5º lugar
Marieta Pinheiro de Carvalho
Oficialato e ação política na Corte do Rio de Janeiro (1808-1821)
A transmigração da Corte portuguesa para a América no ano de 1808 implicou a transferência de boa parte do aparato administrativo existente em Lisboa, de modo a permitir que o príncipe regente, d. João, pudesse governar o Império a partir do Rio de Janeiro. O trabalho analisa um dos órgãos então estabelecidos: a Secretaria de Estado dos Negócios do Brasil. Partindo-se do princípio de que a denominação se estabelece pela administração, pretendeu-se, pelo estudo dessa instituição, atentar para os determinados aspectos que envolveram a administração dos órgãos de poder no continente americano.
Nesse sentido, duas questões nortearam o estudo. Atentou-se para um exame sobre as principais características da estrutura administrativa dessa instituição, percebendo quem eram os oficiais, os cargos ocupados e os respectivos ordenados, de modo a compreender as especialidades, o perfil do seu corpo burocrático; bem como a importância desse grupo de funcionários na configuração de um estilo administrativo na nova Corte. No tocante a um âmbito mais amplo, inseriu-se a Secretaria de Estado dos Negócios do Brasil no quadro que a relaciona a outros órgãos de poder então existentes. A partir deste aspecto, tentou-se apreender o eixo da política do príncipe regente para o Brasil.


O exame dos tópicos de ação político-administrativa dessa instituição permitiu demonstrar o sentido da administração joanina, durante os quatro primeiros anos de permanência no Rio de Janeiro.

domingo, 25 de dezembro de 2011

BOLETIM DA ANPUH/RS

 
BE-ANPUH-RS 067-2011/2 – Enviado em 21 de dezembro de 2011

Saudações históricas!
É com grande satisfação que lhe enviamos mais uma edição de nosso Boletim Eletrônico.
Aqui você encontra os links para os últimos conteúdos publicados no site da ANPUH-RS.
Sabe de alguma notícia importante da área da História? Envie-nos para divulgação: clique aqui
.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
   
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  

CHAMADA DE ARTIGOS

A Revista PerCursos (ISSN 1984-7246), publicação semestral on-line em
*Open Access*, no sistema *ahead of print* e volume fechado, do Centro de
Ciências Humanas e da Educação, da Universidade do Estado de Santa Catarina

(UDESC) recebe colaborações, até 29 de fevereiro de 2012, para o próximo
Dossiê:
*"Ensino das Ciências Sociais em debate"* correspondente
ao volume 13, número 1, janeiro / junho de 2012. Também solicitamos
colaborações destinadas às seções "Artigos" e "Resenhas". Os interessados
encontrarão maiores informações no sítio eletrônico da Revista:
http://www.revistas.udesc.br/index.php/percursos
 



Revista Percursos

Dossiê: Ensino das ciências sociais em debate.

O próximo número da revista percursos será dedicado ao debate sobre a contribuição
das disciplinas das Ciências Sociais nos diferentes níveis de ensino (fundamental, médio e
superior). Pretende-se com isso proporcionar um balanço do papel que disciplinas presentes
em muitos currículos, tais como Sociologia e Antropologia, têm diante dos desafios da
sociedade contemporânea, em especial, da realidade brasileira. O debate sobre o tema tem
como referência o duplo desafio colocado para aqueles que atuam nas instituições de ensino,
ou seja: pretende-se uma discussão que contemple tanto a formação profissional como a
educação cidadã.

A questão assume, no presente, curiosos contornos, pois no momento em que
assistimos a redução de disciplinas da área das ciências sociais na grade curricular de muitos
cursos de graduação, presenciamos a instituição da obrigatoriedade do ensino de sociologia na
escola. Para aqueles que atuam nos cursos superiores, abre-se todo um leque de indagações:
o que é esperado pela sociedade dos futuros cientistas sociais? Quais os seus espaços de
atuação profissional? O que tem sido ensinado? Como historicamente se justificou a presença
de conteúdos das ciências sociais em muitos cursos de graduação? Qual a importância da
Sociologia para o futuro profissional e cidadão, que não será sociólogo, que atuará em outros
campos profissionais? Em que medida pode a Antropologia contribuir na atuação futura
daqueles que não serão antropólogos?

Por outro lado, se tomamos as próprias instituições de ensino como um microcosmo
político e locus da experiência de cidadania, outras perguntas se somam a este debate.
Refletir sobre o ensino das disciplinas de ciências sociais é também refletir sobre as
práticas sociais nas próprias instituições de ensino e o potencial de formação, informação e
instrumentalização que esses saberes representam para tais práticas dos sujeitos envolvidos,
notadamente, nossos estudantes.

Neste sentido, o dossiê aqui proposto pretende privilegiar a reflexão sobre o ensino
de Ciências Sociais na sua interface com discussões e pesquisas sobre temas contemporâneos
relacionados à educação no que diz respeito ao cotidiano escolar e universitário: violência
(incluindo suas representações mais midiáticas, como bulling e o cyberbulling), gênero,
sexualidade, movimento estudantil, entre outros. Tais questões estão diretamente
relacionadas às Ciências Sociais, e suas múltiplas abordagens, feitas a partir de diferentes
perspectivas disciplinares, podem contribuir não apenas para a compreensão teórica destes
fenômenos, mas também para a instrumentalização dos diferentes atores (professores,
estudantes, pais, agentes comunitários) envolvidos no processo pedagógico. O esforço de
reflexão acerca de como o ensino de das ciências sociais tem dialogado com o cotidiano
escolar e seus temas prementes parece ser mais do que justificado.

Focado nesse debate, o dossiê que propomos pretende contribuir na quebra do
habitual isolamento da atuação em sala de aula dos professores do campo das ciências sociais,
proporcionando o registro, o compartilhamento e troca de experiências, a crítica e as reflexões

didático-pedagógicas. Com isso, poderá conferir sentido a uma prática nem sempre
plenamente compreendida, inclusive por aqueles que nela atuam.

--
Revista PerCursos
Setor de Publicações
FAED/UDESC

VII COLÓQUIO INTERNACIONAL: MARX E ENGELS

Olá colegas,

Está aberta a chamada de trabalhos para o VII Colóquio Internacional Marx
Engels. O prazo das inscrições é 01 de fevereiro de 2012.

O VII Colóquio acontecerá entre 24 e 27 de julho de 2012, no Instituto de
Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp e é promovido pelo Centro de
Estudos Marxistas - Cemarx.
Graduandos podem inscrever os seus trabalhos na modalidade "Pôsteres" e os
demais pesquisadores na modalidade "Comunicações".

As inscrições podem ser feitas pelo site: www.ifch.unicamp.br/cemarx
 


Participe e ajude a divulgar!


Abraços,
Direção do Cemarx



INFORMAÇÕES GERAIS PARA PARTICIPAÇÃO
O Colóquio Internacional Marx e Engels acolhe, fundamentalmente, dois
tipos de comunicações: as que tomam a teoria marxista como objeto de
pesquisa, seja para analisar essa teoria, criticá-la ou desenvolvê-la, e
as que utilizam o aparato conceitual do marxismo em pesquisas empíricas ou
teóricas que se enquadrem nos Grupos Temáticos do evento.
Ao realizar a inscrição, o(a) pesquisador(a) interessado(a) em participar
deverá indicar um Grupo Temático. Eventualmente, a Comissão Organizadora
do VII Colóquio Internacional Marx Engels poderá remanejar a distribuição
da proposta de um grupo para outro.

DATAS IMPORTANTES

De 10 outubro de 2011 a 01 fevereiro de 2012
Período para inscrições de comunicação, pôster e mesa redonda

Março de 2012
Divulgação dos trabalhos selecionados

15 de maio de 2012 *
Prazo para pagamento, via boleto bancário, das propostas aceitas de
comunicação, mesa redonda e pôster
* ATENÇÃO: as inscrições cujo pagamento não respeitar essa data terão seu
valor reajustado.

Os Grupos Temáticos do VII Colóquio são os seguintes:

GT 1 - A obra teórica de Marx. Exame crítico das obras de Marx e de
Engels. As polêmicas suscitadas pela obra teórica de Marx e Engels.

GT 2 - Os marxismos. Exame crítico das obras dos clássicos do marxismo dos
séculos XIX e XX. As correntes do pensamento marxista e suas
transformações. A obra teórica dos marxistas brasileiros e demais
latino-americanos. A questão da renovação e atualização do marxismo.

GT 3 - Marxismo e ciências humanas. Exame da presença do marxismo na
economia, na sociologia, na ciência política, na antropologia, na
história, na área de relações internacionais, na geografia, no serviço
social e no direito. Exame da crítica marxista das ciências humanas e das
contribuições das ciências humanas para o desenvolvimento do marxismo.
Polêmicas teóricas e desenvolvimentos conceituais do marxismo nessas áreas
de conhecimento. A presença do marxismo na universidade brasileira e
demais universidades latino-americanas.

GT 4 - Economia e política no capitalismo contemporâneo. Enfoque marxista
das transformações econômicas, políticas e sociais do capitalismo no final
do século XX e início do século XXI. Novos padrões de acumulação de
capital, nova fase do imperialismo, transformações do Estado e da
democracia capitalista. A situação dos países dominantes e dos países
dependentes. Brasil e América Latina. Capitalismo e ecologia.

GT 5 - Relações de classe no capitalismo contemporâneo. Enfoque marxista
das transformações ocorridas na estrutura de classes. Trabalhadores,
classe operária, ¿nova classe operária¿ e ¿classe média¿. A pequena
burguesia. O campesinato no capitalismo atual. O debate sobre o declínio
da polarização de classes no final do século XX e início do século XXI. As
classes trabalhadoras e os movimentos sociais e populares. A nova
configuração da burguesia. As classes sociais no Brasil e na América
Latina. O conceito marxista de classe social e de luta de classes face ao
capitalismo contemporâneo.

GT 6 - Trabalho e produção no capitalismo contemporâneo. Teoria social,
trabalho e produção. As concepções teóricas sobre o universo produtivo.
Processos de produção: processo de valorização e processo de trabalho.
Controle e gestão do processo de trabalho. Luta de classes na produção.
Precarização das condições de trabalho e emprego e requalificação da força
de trabalho. Teorias sobre a afirmação e recusa da centralidade do
trabalho. As novas formas de exploração do trabalho: trabalho imaterial,
trabalho informal, precário e informacional.

GT 7 - Educação, capitalismo e socialismo. As relações do sistema
educacional com o capitalismo da perspectiva marxista: formação da força
de trabalho; educação e classes sociais; ideologia e processo educacional;
política educacional. Análise marxista da educação no Brasil e na América
Latina. Os aparelhos culturais do capitalismo (universidades, centros de
pesquisa). Os centros culturais criados pelo movimento socialista. Análise
das experiências educacionais realizadas nas sociedades surgidas das
revoluções socialistas do século XX. A teoria marxista e a educação.

GT 8 - Cultura, capitalismo e socialismo. Capitalismo e produção cultural:
as novas tendências; as artes plásticas, a literatura e a indústria
cultural. Análise marxista da cultura no Brasil e na América Latina.
Cultura e socialismo: os movimentos culturais nas sociedades surgidas das
revoluções do século XX. O marxismo e a produção cultural.

GT 9 - Socialismo no século XXI. Análise marxista das revoluções do século
XX. A herança comunista e socialista dos séculos XIX e XX e o socialismo
do século XXI. Marxismo e socialismo. A questão da renovação do
socialismo. Teoria da transição ao socialismo. Trabalhadores e transição
socialista. Trunfos e obstáculos para a reconstrução do movimento
socialista no século XXI. Socialismo e ecologia.

MODALIDADES PARA INSCRIÇÃO DE TRABALHOS

 1. Comunicações
O texto da Comunicação deverá conter entre quinze e vinte e quatro mil
caracteres (contando espaço e notas), perfazendo um máximo de dez páginas,
em times new roman 12. As propostas de trabalho que ultrapassarem esse
limite não serão consideradas. Do texto, deverão constar: nome do evento,
o título do trabalho, o nome do(s) autor(es) e a sua(s) condição(ões)
(professor, pós-graduando ou pesquisador independente), GT a que se
destina. O texto do trabalho deve definir claramente o tema que será
examinado, a metodologia utilizada na pesquisa e apresentar as suas teses
e argumentos e explicitar o debate (teórico, historiográfico ou político)
no qual o trabalho se insere. Importante! Os textos devem seguir as normas
de citação (clique no link). Custo da inscrição: R$ 40,00

2.Mesas redondas
Uma Mesa redonda é composta de um conjunto de ao menos quatro comunicações
inscritas no âmbito de um GT. Um número reduzido de mesas redondas será
aceito, privilegiando nesta modalidade de inscrição propostas encaminhadas
por grupos, núcleos ou centros de pesquisa, bem como associações
científicas e culturais. As comunicações dos participantes da Mesa,
formatadas de acordo com o item anterior, deverão ser enviadas
conjuntamente, acompanhadas de uma breve justificativa da mesa. Cabe à
instituição proponente obter os recursos necessários à participação dos
componentes da Mesa. Custo da inscrição (por componente da Mesa): R$ 40,00

3. Pôsteres
O VII Colóquio Internacional Marx Engels está aberto à participação de
estudantes de graduação, que poderão apresentar trabalhos de pesquisa de
iniciação científica ou de conclusão de curso cujos temas se enquadrem em
um dos Grupos Temáticos do colóquio. O resumo do trabalho deverá conter de
três a cinco mil caracteres (contando espaço e notas) em times new roman
12. Do texto deverão constar o título do trabalho, o nome do autor e o
curso de graduação no qual ele está matriculado. O texto deve apresentar o
tema da pesquisa e as suas principais idéias e informações. Veja aqui as
instruções para confecção do pôster. Custo da inscrição: R$ 20,00

DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS
As inscrições encerram-se no dia 01 de fevereiro de 2012. Os trabalhos
aceitos serão divulgados na página do Cemarx, conforme o cronograma
abaixo:
Março de 2012: comunicações e pôsteres
Março de 2012: mesas redondas
Os resultados serão divulgados ao menos três meses antes do início do
evento para que todos tenham tempo de solicitar financiamento às agências
de fomento e universidades, uma vez que o Cemarx não pode financiar os
participantes do evento.



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